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“A Arte Rupestre do Paleolítico Superior do Vale do Côa é uma ilustração excepcional do rápido desenvolvimento do génio criativo do homem/mulher, na alvorada do seu desenvolvimento cultural; […] é uma extraordinária demonstração da vida social, económica e espiritual do primeiro antepassado da humanidade.”

UNESCO – Relatório da 22ª sessão da Comissão do Património Mundial. Kyoto, 1999.

 

A Arte Rupestre é a mais antiga memoria gráfica da Humanidade.
A energia criativa, a sua antiguidade e a inegável qualidade artística da arte Paleolítica do Côa substancia a sua importância em termos de património e  o título de maior sítio de arte Paleolítica de ar livre do mundo.

No Museu do Vale do Côa, a ausência de uma quantidade significativa de espólio corpóreo original passível de se expor dentro do edifício do museu - à excepção de algumas peças seleccionadas - evidencia os próprios sítios arqueológicos como verdadeiros objectos de referência material e remete para formatos e vocabulários expositivos recentes. O Museu do Vale do Côa não se enquadra numa museologia de colecções. A colecção está no exterior: o Vale do Côa.
A solução adoptada reflecte, assumidamente, a alteração de função e motivação do uso das imagens das gravuras e sítios no Vale do Côa para um ambiente criado para novos suportes e leituras.
O ambiente temático definido pela ARQUEOLOGIA traduz-se na abordagem de questões como a IMAGEM, a ARTE, a CULTURA, o TERRITÓRIO e a PAISAGEM. 

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