Visita ao Museu

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MUSEU

Visita Livre

O vasto conjunto ao ar livre do Vale do Côa, que põe de parte o velho mito da arte paleolítica encerrada em cavernas, pode ser apreciado na exposição do Museu, através de originais de arte móvel, réplicas de painéis de arte rupestre e informação interactiva que utiliza as modernas tecnologias digitais.

No Museu do Côa, a ausência de uma quantidade significativa de espólio corpóreo original passível de se expor dentro do edifício do museu – à excepção de algumas peças seleccionadas – evidencia os próprios sítios arqueológicos como verdadeiros objectos de referência material e remete para formatos e vocabulários expositivos contemporâneos.

O Museu do Vale do Côa não se enquadra numa museologia de colecções. A colecção está no exterior, nos sítios de arte rupestre do Vale do Côa.

A solução adoptada reflecte, assumidamente, a alteração de função e motivação do uso das imagens das gravuras e sítios no Vale do Côa num ambiente criado para novos suportes e leituras.

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Visita Guiada

A área de exposição é dividida em várias Salas:

Destaca o Côa Património Mundial, oferecendo uma perspetiva de visão panorâmica do vale e sua arte rupestre bem como do longo processo geológico de formação da paisagem.

Detalha o ancestral modo de vida no Vale do Côa, exibindo algumas dos utensílios recuperados na escavação de sítios de ocupação humana paleolítica na região.

Discute as teorias explicativas da arte rupestre à luz das características específicas da arte rupestre do Vale do Côa.

Oferece uma exploração interativa do santuário arcaico localizado no amplo anfiteatro natural composto pelos sítios da Penascosa e da Quinta da Barca.

Exibe uma réplica da rocha 1 do Fariseu (um dos painéis mais importantes do Côa com mais de 80 motivos gravados) e as placas de arte móvel também do Paleolítico Superior recuperadas durante a escavação deste sítio.

Para além duma comparação entre a arte dos diversos períodos paleolíticos, aborda ainda épocas mais recentes, como a Idade do Ferro. Além da rocha 26 do Vale de José Esteves, há mais réplicas de painéis de arte rupestre, escolhidos por sua importância, mas também porque se encontram inacessíveis.

Alberto Carneiro apresenta Árvore-Mandala para os Gravadores do Côa, escultura que se desenvolve como uma Mandala e cujos quadrantes correspondem a relações entre Arte-Vida/Natura-Cultura, palavras gravadas em quatro pedras de xisto. Esta sala presta ainda homenagem àqueles que lutaram pela preservação da arte rupestre, ameaçada, na década de 1990, pela construção duma barragem no Rio Côa.

As três salas de exposições temporárias têm vindo a apresentar diversas exposições contemporâneas de fotografia, pintura, escultura, gravura ou desenho que duma forma ou de outra pretendem homenagear ou evocar a arte dos gravadores pré-históricos.

O Museu do Côa disponibiliza ao público em geral vários tipos de visitas guiadas (ver Serviços Educativos para visitas escolares), nomeadamente:

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Outras Visitas

Visita de Caiaque

Visita Nocturna

Visitas Educativas