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Pioneiros do Xisto – Processos biológicos na colonização da arte rupestre ao ar livre

Jorge Sampaio

Entre os dias 10 de Março e 14 de Maio de 2017, o Museu do Côa apresenta a exposição “Pioneiros do Xisto – Processos biológicos na colonização da arte rupestre ao ar livre”. Trata-se duma exposição de divulgação científica, resultante duma parceria entre o CIBIO da Universidade do Porto e a Fundação Côa Parque, com o apoio do Fundo do Baixo Sabor.

A arte rupestre ao ar livre está continuamente exposta à acção colonizadora de organismos ditos pioneiros. Com mais de duas centenas de espécies registadas até à data, os líquenes estão entre os mais prolíficos pioneiros do xisto no Vale do Côa. A presença de líquenes nas superfícies gravadas suscita opiniões opostas entre os especialistas de diferentes áreas. O liquenólogo considera a formação do mosaico liquénico uma característica natural das superfícies rochosas, e a diversidade de espécies esteticamente agradável, para além de interessante do ponto de vista ecológico, dada a relação directa entre a composição da flora e a passagem do tempo. Os que lidam com a preservação da arte rupestre vêem os líquenes como invasores indesejados que podem encobrir incisões e detalhes finos e, dependendo das espécies presentes e condições ambientais, causar danos nos motivos gravados. Os cientistas que desenvolvem investigação em contextos culturais não podem ignorar a complexidade dos efeitos de fenómenos naturais na preservação do património, sejam estes de índole física, química, e mediados ou não por factores biológicos.

Esta exposição procura sintetizar essa complexidade. Através de imagens, espécimes e materiais utilizados no decorrer da investigação e algumas metáforas, propõe um percurso pelas várias fases do estudo científico das consequências da colonização liquénica para a preservação da arte rupestre ao ar livre.

Joana Marques, Helena Hespanhol e Cristiana Vieira | Curadoras da exposição”

Ulsan | Bangudae no Museu do Côa9ª Bienal Internacional de Gravura do Douro

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