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Oceano Árctico

com 4% das águas oceânicas, este é o mais pequeno dos oceanos terrestres e tem uma profundidade média de 990 m e máxima de 4 600 m; situa-se em redor do Pólo Norte, cobre 14 milhões de km2 e está coberto por uma cobertura de gelo.

Oceano Índico

banha a África, a Ásia, a Austrália e a Antárctida. Contém 22% das águas oceânicas, ocupa cerca de 73 milhões de km2, tem uma profundidade média de 4 000 m e máxima de 9 000 m. Este oceano formou-se quando a Índia, juntamente com Madagáscar, se separaram da Antárctica e da parte ocidental da Austrália (Cretácico inferior).

Oceano Atlântico

entre a Europa, a África e o continente americano, com 25% das águas oceânicas, cobre uma área de cerca de 82 milhões de km2 e tem uma profundidade média de 3 600 m e máxima de 9 560 m. Começou a abrir-se pelo sul, com o afastamento da África da América do Sul, no início da Era Mesozóica, processo que alastrou para norte e perdura na actualidade.

Oceano Pacífico

é o maior dos oceanos, com 49% das águas oceânicas, ocupa cerca de 165 milhões de km2, tem uma profundidade média de 4 200 m e máxima de 11 524 m. Banha a Ásia, a Austrália e a América. Este oceano deriva do oceano Pantalassa (Jurássico inferior).

Oligocénico (34-23 Ma)

última Época do Período Paleogénico e quer dizer pouco recente. O início desta época é marcado por mudanças ao nível da fauna europeia e aparecimento de novas espécies, como os primeiros cavalos.

Olivina

é um mineral constituído por silicatos de magnésio e ferro e tem geralmente, cor verde. É muito comum em rochas vulcânicas e metamórficas.

Ordovícico (488-444 Ma)

período da Era Paleozóica, marcado pelo aparecimento dos primeiros vertebrados. Prosseguiu a fragmentação da Paleogonduana e o afastamento dos continentes Paleolaurência, Báltica e Sibéria à medida que o oceano Japeto se expandia. Ocorre um arrefecimento do planeta, evidenciado pela cobertura de gelo nas terras do pólo sul e por um abaixamento do nível do mar, na ordem dos 100 m. A deriva das placas conduz à formação de um arco-ilha entre os continentes existentes e a Paleogonduana, que individualizaram um novo oceano – o Paleotétis. O registo geológico deste período e representado pelas rochas e restos deixados por organismos no monte do São Gabriel (Castelo Melhor). 

Orogenia

processo de formação de cadeias de montanha, incluindo a fragmentação e deformação das rochas mais superficiais, o metamorfismo e formação de rochas magmáticas nos níveis mais profundos. Na história geológica do planeta, ocorreram várias orogenias. A orogenia hercínica e a alpina, conjuntamente com a acção dos processos erosivos posteriores, foram responsáveis pela deformação das rochas e criação de relevo da região de Foz Côa.

Orogenia Alpina

longo processo de formação de cadeia de montanhas, de que faz parte a cordilheira dos Alpes, cuja formação se iniciou no começo da Era Cenozóica, há 65 Ma, como resultado da colisão entre a Europa (placa Euro-asiática) e a África (placa africana).

Orogenia hercínica

fase tectónica de formação de cadeia de montanhas que originaram o super-continente da Pangeia, no final do Paleozóico (359 Ma). Esta orogenia é responsável pela emersão, fracture e deformação das rochas (xistos, grauvaques e quartzitos) da região de Foz Côa. Esta cadeia de montanhas foi posteriormente arrasada por processos erosivos, sendo dela testemunho apenas as rochas enrugadas e alguns relevos em rochas resistentes, presentes ainda hoje em todos os continentes, representados na região de Foz Côa, pelos quartzitos do Monte São Gabriel.

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