Museu do Côa – Centro Ciência Viva aproxima ciência, património e comunidade com programação diversificada em 2026

Museu do Côa – Centro Ciência Viva aproxima ciência, património e comunidade com programação diversificada em 2026

O Museu do Côa – Centro Ciência Viva tem vindo a desenvolver, ao longo de 2026, um conjunto de iniciativas dedicadas à divulgação científica e à descoberta do território. Do Festival Geração Ciência às atividades do Ciência Viva no Verão e à Noite Europeia dos Investigadores, a programação proporcionou diferentes formas de explorar as relações entre ciência, património e paisagem.

Nos dias 14 e 15 de maio, o Festival Geração Ciência reuniu cerca de dois mil visitantes em Vila Nova de Foz Côa. Organizado pelo Museu do Côa – Centro Ciência Viva, pelo Agrupamento de Escolas Tenente-Coronel Adão Carrapatoso, pelo Município de Vila Nova de Foz Côa e pela Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, o encontro constituiu um dos momentos de destaque desta programação.

Durante o verão, o Museu participou no programa Ciência Viva no Verão com propostas que cruzaram astronomia, arqueologia, geologia, biodiversidade e conservação do património. A oferta incluiu sessões de observação astronómica, atividades de descoberta da arte rupestre e da avifauna do Fariseu e experiências de aproximação à história e ao património arqueológico da região.

Entre estas iniciativas, destacou-se a visita guiada especial ao sítio arqueológico do Fariseu, integrada nas comemorações do 16.º aniversário do Museu, que convidou o público a conhecer os resultados das mais recentes campanhas de escavação. O percurso em embarcação eletrossolar associou a descoberta da paisagem ao contacto com a investigação arqueológica desenvolvida no Vale do Côa.

A 25 de setembro, a Noite Europeia dos Investigadores voltou a colocar em diálogo investigadores, comunidade escolar e público em geral. O programa reuniu atividades interativas, exposições e propostas de comunicação de ciência em áreas como a água, a geologia, a saúde, a tecnologia e o património. A participação do Fluviário e as intervenções do Homo curiositatis,, integraram esta aproximação à ciência através de diferentes linguagens e experiências.

Com formatos e temas distintos, estas iniciativas deram expressão à missão do Museu do Côa enquanto Centro Ciência Viva: aproximar a investigação dos cidadãos e promover a descoberta do território como espaço de aprendizagem, curiosidade e partilha de conhecimento.