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SALA F – A HISTÓRIA INTERMINÁVEL DO CÔA


       A Canada do Inferno, um sítio emblemático do ciclo Paleolítico, é fundamental para compreender a evolução da arte rupestre do Vale do Côa. O processo que culminou na classificação da arte do Côa em 1998 e a memória da "polémica” que conduziu ao abandono da construção da barragem prevista para este vale, em finais de 1995, é simbolizada pela Rocha 1, a primeira identificada nessa década. Através do tempo, percorre-se um caminho da arte Magdalenense do fim do Paleolítico superior, muito disseminada junto ao curso terminal do Côa, à arte pós-paleolítica produzida por comunidades progressivamente sedentarizadas como a do homem do Vale de Canivães, até à arte das sociedades guerreiras da Idade do Ferro, localizada sobretudo junto à foz do rio Côa.

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